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Aliados assumem comando de comissão que investigará Reinaldo



Aral Moreira - MS - Segunda, 18 de Dezembro de 2017
31/05/2017 07h50 - Atualizado em 31/05/2017 08h39

Aliados assumem comando de comissão que investigará Reinaldo

Paulo Corrêa foi eleito presidente e Flávio Kayatt relator da comissão especial

Diário Digital



Primeira reunião da Comissão Especial da Assembleia foi realizada na tarde desta terça-feira. Foto: Wagner Guimarães/Assembleia Legislativa

Aliados do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) assumiram os principais cargos na Comissão Especial criada na Assembleia Legislativa para apurar denúncia de crime de responsabilidade contra o chefe do Poder Executivo Estadual. Em votação, o deputado Paulo Corrêa (PR) foi escolhido presidente e Flávio Kayatt (PSDB) relator. Também compõe o grupo, o deputado Eduardo Rocha (PMDB) eleito vice-presidente, além de Marcio Fernandes (PMDB) e Pedro Kemp (PT), que são membros titulares.

 

A eleição foi realizada na tarde desta terça-feira, 30 de maio, durante a primeira reunião de trabalho da comissão. “Os titulares votaram, me elegeram presidente, Eduardo Rocha, vice e a relatoria ficou para o deputado Flavio Kayatt. A comissão está montada e teremos os trabalhos todos abertos à população para que não paire dúvidas sobre a lisura deste processo. Serão reuniões no Plenarinho da Casa, toda quarta-feira, às 15h30”, afirmou o presidente.

 

A comissão vai apurar as denúncias do grupo JBS contra o governador feitas em delação premiada aos procuradores da Operação Lava Jato. Em depoimento, um dos donos da JBS Wesley Batista disse ter pago propina a Reinaldo Azambuja em troca de incentivos fiscais. O governador, inclusive, teria entregue notas frias pessoalmente, segundo o delator. Reinaldo Azambuja nega as acusações. O governador suspeita de vingança da JBS na delação, pois, segundo ele, o grupo pressionava por incentivos fiscais, que sua gestão se recusava a conceder.

 

Paulo Corrêa assegura que o trabalho da comissão será aberto à sociedade. Ele pretende convidar a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), o Ministério Público Estadual (MPE-MS), e a população para acompanhar as ações e ter acesso às decisões da comissão.

 

O grupo pretende também ir à Brasília em busca de dados oficiais sobre a denúncia. “O presidente Junior Mochi vai nos ajudar a marcar uma reunião em Brasília, no Supremo Tribunal Federal, com o ministro Edson Fachin, para que ele nos forneça dados oficiais. Vamos buscar cópia dessa delação premiada para trabalhar em cima dela e tomar as providências cabíveis”, explicou.

 

Segundo Paulo Corrêa, tanto as secretarias de Governo quanto o próprio governador já se colocaram à disposição para esclarecimentos. “Em um primeiro momento a gente pesquisa. No segundo chamamos as pessoas para virem aqui depor, e isso vai ser feito abertamente com o com o apoio da imprensa, a informação será democratizada para que todo mundo saiba o que está sendo feito pela Assembleia Legislativa”, relatou o presidente.

 

A comissão definiu prazo de trabalho de 120 dias, que pode ser prorrogado.

(Com informações da assessoria de imprensa da ALMS)




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