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Adolescente que esfaqueou diretor presta depoimento e é liberado



Aral Moreira - MS - Segunda, 21 de Agosto de 2017
08/06/2017 08h41

Adolescente que esfaqueou diretor presta depoimento e é liberado

Protegido pelo ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), jovem foi liberado após prestar depoimento

Campo Grande News



Câmera da escola flagrou momento em que adolescente pulou o muro depois de esfaquear diretor pelas costas. Foto: Reprodução

Adolescente de 16 anos, acusado de esfaquear o diretor Marlon Morch, 35, na noite de terça-feira (6), foi apreendido no começo da tarde de ontem (7). Ele prestou depoimento e foi liberado em seguida. O crime aconteceu dentro da Escola Estadual Antônio Fernandes, em Naviraí, distante 366 km de Campo Grande.

 

Após o crime, o acusado pulou o muro da escola e fugiu. Policiais militares e civis realizaram buscas pelo garoto, mas ele não havia sido encontrado. Os pais dele também disseram que ele não tinha ido para casa, mas quando chegasse, os mesmos o levariam à delegacia.

 

Conforme informações do site Tá na Mídia Naviraí, os pais chegaram na delegacia no começo da tarde de ontem com o adolescente.

 

Em depoimento, o acusado confessou o crime, chorou e disse que estava arrependido com o que tinha feito. Ele disse que um dia antes de cometer o crime, se desentendeu com o diretor dentro do banheiro, quando Marlon o repreendeu por estar matando aula. Essa discussão teria motivado o crime.

 

Amparado pela lei do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), após prestar depoimento, o jovem foi liberado. Foi feito um pedido para que o adolescente seja internado na UNEI (Unidade Educacional de Internação), mas a Justiça ainda não acatou o pedido.

 

O diretor que foi esfaqueado duas vezes, nas costas e no braço, passou por duas cirurgias. Uma facada perfurou o pulmão e ontem ele precisou retirar o baço. Marlon não corre risco de morte.

 

Agressivo - Colegas de colégio do adolescente, incluindo os outros dois jovens que estavam com o garoto no momento do crime, confirmaram o “instinto” agressivo do garoto. A câmera da escola filmou a agressão. Ele não tinha passagem pela polícia até o crime e nenhum registro de agressão no colégio. 




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