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Aral Moreira reduz déficit habitacional com a construção de 250 casas populares



Aral Moreira - MS - Quarta, 18 de Outubro de 2017
10/10/2017 13h58

Aral Moreira reduz déficit habitacional com a construção de 250 casas populares

Está prevista ainda a implantação da rede de esgotamento sanitário, com estação de tratamento de mais de 16 mil metros de rede

CG News



Conjunto de casas populares construídas na cidade de Aral Moreira Foto: Edemir Rodrigues

Distante 341 quilômetros de Campo Grande, Aral Moreira recebeu na atual gestão do Governo do Estado a maior entrega habitacional de sua história com 250 famílias realizando o sonho da casa própria. Também teve construída a primeira de uma série de 90 pontes de concreto armado executadas para substituir estruturas antigas e que após fortes chuvas deixavam as populações de vários municípios isoladas.

 

Totalmente asfaltado, o Residencial Ipê I, II e III foi entregue no final do ano passado com toda a infraestrutura para atender às famílias. A obra foi executada pelo Programa Minha Casa, Minha Vida por meio de parceria do governo federal, estadual e da administração municipal. De uma só vez, mais famílias receberam moradias do que em toda a história de criação do município. Também foram entregues 33 unidades habitacionais para agricultores.

 

Além da habitação, Aral Moreira foi a primeira a ter inaugurada a obra de construção de uma ponte de concreto armado. Esse tipo de intervenção depois se estendeu a 38 municípios do interior do Estado num investimento de R$ 104 milhões destinado a garantir a segurança dos moradores e facilitar o escoamento da produção, além de realizar uma obra que não precisará de manutenção constante como ocorria com as travessias de madeira.

 

Com 11.771 habitantes, população estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade recebeu ainda do governo a restauração da MS-165 no trecho do entroncamento da MS-286, de Aral Moreira ao distrito de Vila Marques.

 

Está prevista ainda a implantação do sistema de esgotamento sanitário com a construção de uma estação de tratamento de esgoto e a execução de 16.885 metros de rede coletora. A obra deverá ser executada com recursos estaduais e federais por meio da Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul) em parceria com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa).




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