Operação reforça abordagens a suspeitos e veículos na fronteira



Aral Moreira - MS - Quarta, 24 de Abril de 2019
19/01/2019 07h39 - Atualizado em 19/01/2019 08h43

Operação reforça abordagens a suspeitos e veículos na fronteira

As informações preliminares são de que pelo menos uma caminhonete com fuzil já foi apreendida no lado paraguaio

Campo Grande News



Barreira montada em uma das avenidas da região de fronteira. Foto: Ponta Pora Informa

Operação conjunta entre as policiais de Mato Grosso do Sul e do Paraguai aborda suspeitos, veículos e tem até o uso de um helicóptero, desde o final desta tarde (18) entre Pedro Juan Cabellero, PY, e a vizinha Ponta Porã, a 323 quilômetros de Campo Grande.

 

O trabalho de reforço na segurança da região conta com barreiras de Policiais Civis e Militares na Avenida Brasil – um das principais de Ponta Porã-, e também no sentido a Antônio João.

 

Em Pedro Juan, agentes da Polícia Nacional fazem abordagens na Avenida Doutora Frância. As informações preliminares são de que pelo menos uma caminhonete com fuzil já foi apreendida no lado paraguaio. Do alto o helicóptero da Polícia Militar também reforça o policiamento em uma das regiões mais violentas do país. 

 

Rota do tráfico de drogas para todo o Brasil e de execuções cinematográficas a fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, é também a mais cobiçada entre os chefões do crime, apontados como os responsáveis de crimes que chocam pela brutalidade.

 

No mais recente, bandidos dispararam pelo menos 190 tiros na residência do empresário e ex-candidato a prefeito Chico Gimenez, 60, na madrugada desta quinta-feira (17) em Ponta Porã. Ele morreu ao ser acertado por três tiros – um no peito, um no ombro e outro no braço.

 

Policiais da fronteira afirmam que o ataque teria sido ordenado pelo bandido brasileiro, Sergio Arruda Quintiliano Neto, o Minotauro. No final do ano, mas do lado paraguaio a defensora dos narcotraficante brasileiro Jarvis Gimenes Pavão – sobrinho de Chico Gimenez -, Laura Marcela Casuso, 54, foi alvejada com dez tiros de pistola 9 milímetros por pistoleiros, em Pedro Juan Caballero.

 

Sua morte pode ter se tratado de uma queima de arquivo, já que meses antes ela tinha intensificado as acusações às autoridades paraguaias e revelado nomes de membros do governo e da polícia que receberiam dinheiro para proteger o crime organizado.




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