Dada como morta, mulher liga para a irmã durante velório e diz que está viva



Aral Moreira - MS - Sábado, 23 de Fevereiro de 2019
29/01/2019 14h38

Dada como morta, mulher liga para a irmã durante velório e diz que está viva

Caso aconteceu em Dourados; mulher morta após ser encontrada ferida, foi reconhecida pela irmã, mas era outra pessoa

Campo Grande News



O corpo de uma mulher, reconhecido pela irmã, estava sendo velado pela família quando a suposta morta telefonou para dizer que estava viva. O caso ocorreu no fim de semana em Dourados, a 233 km de Campo Grande.

 

De acordo com o Dourados News, a confusão começou na noite de 19 deste mês, quando uma mulher indígena foi encontrada espancada na Rua Coronel Ponciano, perto da UPA (Unidade de Pronto Atendimento).

 

Bastante ferida, ela foi internada no Hospital da Vida, onde morreu no dia seguinte em decorrência dos ferimentos. Como a vítima estava sem documento, o corpo foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) à espera de identificação.

 

Enquanto o corpo permanecia no IML, moradores da aldeia Bororó procuravam uma parente desaparecida há alguns dias na cidade. A irmã da desaparecida foi ao IML e reconheceu o corpo como sendo de Rosicleia da Silva Liandres.

 

O corpo foi liberado para a família e levado para ser velado na reserva indígena. O velório começou no sábado e durou até esta segunda-feira (28), à espera de familiares que moram em outras cidades.

 

Conforme a história apurada pelo site douradense, enquanto transcorria o velório, a verdadeira Rosicleia telefonou para a irmã e disse que estava em uma fazenda e devido a problemas no local não conseguiu voltar para casa no dia combinado.

 

Informada pela irmã sobre o velório naquele momento e que todos acreditavam ser ela a morta, Rosicleia reafirmou o engano na identificação do corpo e disse que está viva.

 

O velório foi encerrado e o corpo levado de volta para o IML. Após exames periciais, a morta foi identificada como Cristina de Oliveira, 48, também moradora na reserva local. A polícia investiga o crime, já que Cristina morreu após ser espancada.




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