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Paulo Corrêa destaca iniciativas voltadas para bioeconomia no Estado
A GAZETA NEWS / REDAçãO
— 44Representando a Assembleia Legislativa, o deputado Paulo Corrêa, participou, ao lado do governador Eduardo Riedel e de representantes do setor produtivo, do lançamento de duas iniciativas pioneiras de certificação de créditos de biodiversidade, um modelo que recompensa o produtor rural que preserva sua propriedade, protegendo a fauna e garantindo um futuro sustentável.
O Programa Jaguar, do Instituto Homem Pantaneiro, protege a onça-pintada, símbolo de Mato Grosso do Sul, enquanto o Projeto Fazenda Cristal investe no florestamento com bambu, ajudando na remoção de gás carbônico da atmosfera.
Como autor da Lei Estadual nº 5.235/2018, que criou o Programa Estadual de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), Paulo Corrêa, disse que estava “imensamente feliz em ver iniciativas como essas saindo do papel e beneficiando quem cuida do nosso meio ambiente.'
Biodiversidade
É uma grande contribuição, de produção da natureza que abrange carbono, biodiversidade e água. E posiciona o Mato Grosso do Sul na agenda global de produção de alimentos e transição energética. É a materialização do conceito e da linha de trabalho', disse Riedel.
Com atuação direta na conservação da fauna e da flora pantaneira, o IHP (Instituto do Homem Pantaneiro) já tem trabalho reconhecimento com a primeira certificação de crédito de carbono comercializado no mercado voluntário e apresentou a implantação – inédita no país – de crédito de biodiversidade. O mecanismo inovador de pagamento por serviços ambientais, remunera proprietários e gestores de áreas por iniciativas de conservação e proteção do meio ambiente.
“Esta iniciativa coloca o Mato Grosso do Sul na vanguarda, por valorizar e reconhecer, que além de vocação agropecuária, também é um estado de produção da natureza. O projeto é valoriza a onça-pintada, que vai gerar crédito e trazendo o mercado para valorizar aqueles que protegem a espécie', afirmou o diretor-presidente do IHP, Ângelo Rabelo.
Outra ação apresentada foi o projeto de “Conservação Fazenda Cristal', que tem como objetivo promover a conservação de formações primárias e secundárias manejadas de áreas nativas preservadas. O foco é garantir a restauração completa da vegetação com o propósito de aumentar o potencial de armazenamento de carbono em sua área, visando a redução dos efeitos do aquecimento global juntamente com o desenvolvimento social.
O projeto Fazenda Cristal consiste em uma atividade de florestamento – conversão de área de pasto para uma formação nativa de bambu, planta com forte potencial de remoção de CO2 da atmosfera.
“Para preservar e discutir a questão de crédito de biodiversidade, é fundamental e uma questão importante para que a gente mantenha toda a preservação. Está muito ligado à filosofia que foi estabelecida na estratégia do Estado e que está representada na lei do Pantanal', disse Verruck.
Fonte: ConectMS