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Geraldo e Renato pedem aumento do incentivo a Agentes de Saúde



Aral Moreira - MS - Quinta, 6 de Maio de 2021
17/11/2015 09h17 - Atualizado em 17/11/2015 10h19

Geraldo e Renato pedem aumento do incentivo a Agentes de Saúde

Deputados querem que governo do Estado aumente o incentivo aos agentes, que hoje é de R$ 128,00 para meio salário mínimo vigente

Da Assessoria



Geraldo Resende e Renato Câmara: parceria de trabalho em favor do SUS – Sistema Único de Saúde. Foto: Divulgação

Os deputados Geraldo Resende (federal) e Renato Câmara (estadual), ambos do PMDB, vão promover uma campanha junto à Assembléia Legislativa e ao Governo do Estado, visando a uma maior valorização dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate a Endemias (ACE). O objetivo é um aumento no incentivo salarial que é repassado mensalmente pelo Estado a esses profissionais.

 

De acordo com os parlamentares, o governo do Estado repassa, desde 2002, um incentivo que à época era de meio salário mínimo, como complemento ao salário que é pago aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate a Endemias (ACE) pelo Ministério da Saúde. Essa ajuda começou a ser concedida quando Geraldo Resende exerceu o cargo de estadual de Saúde, por meio do decreto 10.675, de 26 de fevereiro de 2002.

 

“Esses profissionais são indispensáveis na construção e consolidação do Sistema Único de Saúde, em especial na atenção básica. É com essa visão, que me acompanha desde quando fui estudante de Medicina no Ceará, que tenho procurado dar todo o apoio à categoria, visando à promoção do bem estar das pessoas mais humildes, que dependem da rede pública”, explica o deputado Geraldo Resende.

 

Para o deputado Renato Câmara os ACS e ACE são pessoas que “assumem uma missão de muita responsabilidade, e mostram, no dia a dia, o compromisso de tornar o Sistema Único de Saúde mais ético, mais digno e respeitoso aos direitos da cidadania”. O parlamentar disse acreditar que o governo do Estado e os demais deputados estaduais vão ser solidários à causa.

 

Salário defasado

 

Falando sobre o incentivo instituído em 2002, quando foi Secretário Estadual de Saúde, Geraldo lembra que à época, meio salário mínimo correspondia ao valor de R$ 91,00, o qual ficou praticamente congelado durante vários anos. Em 2006 esse valor subiu para R$ 108,00. Em 2010, passou para R$ 128,00, valor que permanece até os dias atuais.

 

“Com isso, há uma grande distorção, uma vez que o atual salário mínimo nacional é de R$ 788,00, o que importaria no incentivo de R$ 394,00”, explica o deputado.  Segundo Geraldo Resende, na última campanha eleitoral o então candidato e atual governador Reinaldo Azambuja assumiu o compromisso de fazer todos os esforços para recompor os valores do incentivo aos agentes de saúde, razão pela qual acredita que essa luta será vitoriosa.




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